Resenha: Ponteiras!

Bom gente esse é um tipo de post que analisa as minhas experiências com itens relacionados ao ballet. Não sei com que frequência, nem se continuarei postando textos assim. Mas vamos lá, o tema de hoje são as ponteiras.

Quando uma bailarina inicia com o trabalho é certo que ela começará a usar ponteiras. Existem diversos modelos, abaixo citei os que  eu usei, e a minha opinião sobre eles.

ESPUMA

8 em cada 10 bailarinas já usaram uma ponteira dessas. Eu gosto dela, ela não protege muito e não ocupa muito espaço no box da sapatilha. E é baratinha, a minha eu comprei por 10 reais. Acho que protege melhor em sapatilhas mais moles, como as estudantes, com a minha Toshie não rolou.

 

SILICONE CAPÉZIO

Me  chamem de louca, de masoquista, do que quiserem, mas eu não gosto dessa ponteira! Nem um pouco. Sério. Acho muito grossa, muito grudenta. Protege muito mesmo, as minhas amigas adoram, mas  eu não. A minha eu acabei dando pra uma amiga. Sem falar que ocupa muito espaço no box. Comprei por 45 reais.

SILICONE SÓ DANÇA

Dessa vez, a minha amada Só Dança me desapontou. Essa ponteira consegue proteger menos que a de espuma. É uma camada finíssima de silicone, paguei 50 reais nela. Não recomendo.

SILICONE SPAÇO DA DANÇA

Essa ponteira é de silicone, é a que eu uso. Ela é muito boa, protege bastante, não ocupa muito espaço e eu paguei só 25 reais nela. E tô simplesmente amando.

E o que vocês acham das ponteiras? Qual vocês usam?

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Try

Quando eu abri hoje a página de edições de post, eu pensei: Do que eu quero falar? Continuei pensando e decidi colocar alguma música pra me distrair. Poucos aqui sabem mas eu gosto muito da P!nk, então eu coloquei qualquer uma dela e fui ouvindo músicas aleatórias até chegar nessa: Try.
Realmente não esperava tanto dessa música. Como nunca tinha ouvido eu fui assistir ao clipe. E me surpreendi. No vídeo um casal dança. E é uma briga. Deles. Com eles. Contra eles.
Apesar de ter um lado meio sexual, é lindo. A música, a dança. Não sei explicar o que me encantou nesse vídeo.

Aqui você pode ver a tradução da música. Não é ballet, mas é demais. Eu me encantei.

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Isabelle Ciaravola

Ciaravola

Isabelle Ciaravola, nasceu em 12 de março de 1972 em Ajaccio. Entrou para o Conservatoire National Supérieur de Musique et de Danse de Paris em 1985, na turma de Christiane Vaussard e recebeu o prêmio Prix de Conservatoire em 1988. Este prêmio permitiu Ciaravola integrar a segunda divisão da escola de dança da Opéra de Paris, a qual deixou dois anos depois quando entrou para a Companhia, com então dezoito anos. Desde 1991, ela foi promovida primeiro no corpo de baile, depois a quadrille*, coryphée*, e então a étoile* em 2009.

Em 16 de abril de 2009, com 37 anos, Isabelle foi nomeada bailarina étoile no final de Onegin (de John Cranko). Na mesma noite, Mathias Heymann também é nomeado bailarino étoile. E em setembro de 2009 faz sua estréia em Giselle. Porém em março de 2010, machuca seriamente o tornozelo durante um ensaio de In the night (de Jerome Robbins), e fica afastada dos palcos até setembro. Ciaravola volta na nomeação de Roland Petit, porém não em ponta pois seu tornozelo permanece muito frágil.

Muitas vezes chamada de “as pernas da Opéra” pelos amantes de ballet, por causa do comprimento de suas pernas, Isabelle Ciaravola é famosa por suas interpretações muito belas e na simplicidade e elegância de sua dança. É muito apreciada pelos críticos, e faz turnês nacionais e internacionais com a Opéra de Paris.

Em 2010, foi nomeada para a Prix Benois de La Danse por sua interpretação em Giselle.

Em 2011, foi nomeada Chevalier de l’Ordre des Arts et des Lettres.

Agora em 2013, lançou um DVD de ensino de ballet clássico intitulado “Sur les pointes avec une étoile” onde ela ensina passos para bailarinas mais avançadas.

Antes de tudo, me desculpem pela biografia tosca, mas eu tive que traduzir do francês, e bom… Meu francês é péssimo e o Google Tradutor não traduzia direito, mas eu realmente queria que fosse ela.

Mas falando o que importa… Ela é lindíssima, apesar de estar citando as pernas dela (que são realmente incríveis) eu adoro ver os braços da Isabelle, seus port de bras, são lindos. Realmente ela me encanta dançando. É suave, e interpretou uma Giselle que eu gostei. Aqui tem o trailer do DVD que ela fez de aulas. E aqui uma variação que não conheço, mais gostei bastante.

Grand Pas de Deux do segundo ato de Giselle – Isabella Ciaravola e Mathieu Ganio

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* São como cargos existentes na Opéra de Paris. Um tipo de hierarquia, porém  não entendo muito sobre isso.

De olho no Ballet Zaida

O Ballet Zaida se trata de um projeto do ex-bailarino Oliver Endahl desenvolve em San Francisco (EUA) desde 2010. Ele fotografa bailarinos em lugares inusitados, tirando do comum sala-palco. São bailarinos de vários lugares dos EUA que são fotografados em lugares como praças, portos, trilhos de trem, escadas, ruas e lugares que vimos no dia-a-dia. A beleza fica por conta do contraste.
Desde 2011 quando tive contato com esse projeto pela primeira vez me encanto cada vez mais com as fotos. Quer ver algumas?

Z 01

Tiit Helimets e Wan Ting Zhao. – San Francisco, California. – ©Oliver Endahl

Z 02

Alisha Brach – Venice, California. – ©Oliver Endahl

Z 03

Hannah Keene – Boston, Massachusetts. – ©Oliver Endahl

Z 04

Caitlin McAvoy & Andres Garcia. – Boston, Massachusetts. – ©Oliver Endahl

Z 05

Gemma Marina – San Francisco, California. – ©Oliver Endahl

Z 06

Elizabeth Powell – San Francisco, California. – ©Oliver Endahl

Z 07

Jessica Cohen – San Francisco, California. – ©Oliver Endahl

Z 08

Lauren Slattery – San Francisco, California. – ©Oliver Endahl

Ficou com gostinho de “quero mais”? Não tem problema, aqui tem as outras fotos: Ballet Zaida.

Encantem-se! Até a próxima.

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Carla Körbes

Carla Körbes

Nascida em Porto Alegre, em uma família de ascendência alemã, a menina de longas madeixas douradas, traços finos e pele alva foi parar em Nova York em 1996, pelas mãos do consagrado bailarino americano Peter Boal, atual diretor artístico do Pacific Northwest Ballet. Na época, ela fazia aulas na escola de dança local, o Ballet Vera Bublitz, que convidava, vez ou outra, estrelas internacionais para se apresentar com as meninas. Coube à adolescente Carla, a melhor aluna do curso, aos 14 anos, fazer um pas de deux com Peter Boal, então primeiro bailarino do New York City Ballet. Boal convenceu os pais de Carla de que ela precisava fazer imediatamente o teste para entrar na rigorosa School of American Ballet (SAB), celeiro de alguns dos melhores bailarinos clássicos do mundo, do qual ele fez parte. Carla passou na primeira tentativa e, aos 15 anos, mudou-se para os alojamentos da escola em pleno Lincoln Center, em Nova York. Com a vida social comprometida (apesar de ter tido um namorado americano durante oito anos), persistência e obstinação foram alguns dos traços de sua personalidade mais importantes naquele momento. Apoiada por sua paixão pela dança, ela conseguiu se destacar entre as milhares de meninas da School of American Ballet. Já no primeiro período, ganhou dois dos três papéis principais nos espetáculos de fim de ano. Mesmo tendo rompido os ligamentos do peito do pé direito no ano seguinte e ficado seis meses de muletas após passar por duas cirurgias, Carla recebeu, no fim do curso, o Mae. L. Wien Award, premiação que consagra as melhores bailarinas que já passaram pela escola. A honraria foi seu passaporte para o corpo de baile do New York City Ballet, para onde se mudou em 2000. Apesar de ter sido promovida a solista em 2005, Carla preferiu pedir emprego a Peter Boal quando soube que ele assumira a direção artística do Pacific Northwest Ballet, onde trabalha atualmente. Fonte.

Bailarina brasileira! Encontrei ela no Dos Passos da Bailarina e apesar de não ter encontrado muitos vídeos dela dançando os que eu encontrei me encantaram, ela é de uma suavidade e leveza incríveis. Encontrei esse vídeo dela falando um pouco sobre ela, está em inglês, mas é possível entender a maioria. Aqui ela dançando em um campeonato. E eu vou deixar aqui embaixo ela dançando o Pas de Deux do Cisne Negro.

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